quinta-feira, 30 de julho de 2009

MAYA NA FHM


Lá diziam os antigos repletos de uma certa sabedoria, que o mundo se apressava para acabar quando uma mula parisse ou quando outra fosse capa da FHM. O fim está próximo amigos!
fhm

segunda-feira, 27 de julho de 2009

PAREDES DE COURA


FESTIVAL. De 29 de Julho a 1 de Agosto acontece a 18.ª edição do Paredes de Coura
O ano da maioridade
A edição de 2009 leva o festival de Paredes de Coura à idade adulta. Em 18 anos já passaram por lá nomes como Sex Pistols, The Cramps ou Bauhaus. Nomes sonantes da história da música contemporânea a tocarem ao lado das melhores novidades que têm enchido edições anteriores naquele que é considerado o festival mais alternativo de Portugal. Este ano corre sem grandes novidades do panorama musical, mas ainda assim com muita música para descobrir e nomes bem conhecidos como Patrick Wolf, Franz Ferdinand, Nine Inch Nails ou os The Hives.

Por Shampo Decapante | info@mundouniversitario.pt

29 de Julho: IRREVERÊNCIA LONDRINA
O músico britânico oriundo do sul de Londres, Patrick Wolf, encabeça o cartaz para o primeiro dia da festa. Com quatro Lps de originais, a sua música pisa terrenos que vão do Romantic-Folk até ao Techno-Pop. Sendo um reconhecido e multifacetado instrumentista, Patrick Wolf é também conhecido pelo seu temperamento provocatório. Através do Twitter, o cantor tem confessado aos fãs, as suas fantasias românticas com Mick Jagger. Um génio e um louco para um concerto a não perder.
No mesmo dia tocam vindos de Austin, Texas, os The Strange Boys, que soam a uns Beach Boys rufiões ou a um Bob Dylan de garras afiadas.
Depois de terem estado no palco secundário do festival no ano passado, os portugueses Sean Riley and The Slowriders regressam a com um trabalho novo ainda em fase de promoção, ‘Only Time Will Tell’, desta vez no palco principal.


30 de Julho: O CHARME DO ROCK ESCOCÊS
De volta a Portugal estão os quatro grandes de Glasgow, Paul Thomson, Alex Kapranos, Nick McCarthy e Bob Hardy que em conjunto se apelidam de Franz Ferdinand. Sendo das maiores referências do Indie-Rock contemporâneo, onde com muita criatividade e alguma facilidade, têm disparado divertidos vídeos, atirando lixo a alguma burguesia cultural, são a grande atracção do dia.
Antes dos escoceses, tocam os britânicos Supergrass, banda formada em Oxford em 1991. Com influência diversas que vão desde os Buzzcocks aos Kinks e com 7 Lps de originais de onde tiraram singles como ‘Alright’, ‘Pumping on Your Stereo’ ou ‘Mary’ os Supergrass são um excelente colectivo ao vivo que prometem agitar o anfiteatro natural de Coura.
Outra banda de Londres a pisar o palco principal, são os the Horrors que trazem a Portugal um novo Lp, ‘Primary Colours’, e que pisa os primórdios do New-Punk em cores de Joy Division.
Com um primeiríssimo Lp que tem feito as delícias da crítica internacional e apontados como uns possíveis novos The Smiths, surgem os The Pains of Being Pure at Heart. Do lado do horizonte Norte Americano, mais propriamente de Nova Iorque. E muita curiosidade a banda anda a despontar também por terras lusas.
Da distante e tórrida Austrália chegam os The Temper Trar com um som influenciado no frio do Canadá em bandas como os Broken Social Scene e os Arcade Fire, com um novo Lp ‘Conditions’ laçando no início deste ano.

31 de Julho: PREGOS EM PAREDES
O Rock Industrial puxado pela locomotiva a vapor, Nine Inch Nails, transporta até Paredes mais de vinte anos de uma carreira a refrescar a máquina do Rock Alternativo sem nunca a manobrar nas margens do Mainstream. Agora, a máquina chega para se olear e refrescar nas margens do Tabuão onde, sedentos de um sinal de fumo, milhares de fãs aguardam a voz de Trent Reznor junto da estação.
Outro momento muito esperado é o de ver a tensão sexual libertada num concerto e que tem em Merrill Beth Misker aka Peaches, uma voz nesse sentido e que vai já sendo um habitué por terras nacionais. O Electro-Clash desta canadiana ganha uma energia em palco como pouco se vê por ai. Com cinco Lps de originais já editados, esta menina que se transforma completamente em palco perante o público, já viveu do silêncio, pois antes de se tornar artista trabalhava como bibliotecária.
Com um Pop-Rock simples quase a roçar o Mainstream recebe o cartaz o nome de Portugal the man, banda que de nacional só tem o nome, já que são oriundos de Wasila, Alaska, nos Estados Unidos da América. Antes toca o Pós-Punk aguerrido dos Blood Red Shoes, banda britânica que estranhamente também soa um pouco a Seattle.
Finalmente de Portugal, ali de Braga e com um nome português, os Mundo Cão dão dois passos e estão no festival para abrir o palco principal no terceiro dia com o seu Rock arranhado em português.

1 de Agosto: PUNK E GLAMOUR NA DESPEDIDA
O Punk nórdico dos suecos The Hives, tornou-se graças a trabalhos como Barely Legal
e Veni Vidi Vicious um caso mediático com uma legião de fãs, com sede em Estocolmo inicialmente, mas que se expandiu até aos confins do mundo. E um desses cantos do Mundo tem telhados nas margens do Tabuão onde a banda actua para seus discípulos tendo no cartaz as letras gordas para o dia de encerramento do festival.
Quando saíram para as ruas os Lps ‘His ´n` Hers’ e ‘Different Class’ nascia com os Pulp um ícone do Glam-Rock com o nome de Jarvis Cocker. Era como se os Roxi Music tivessem renascido das cinzas e se adaptassem à vertente New-Wave. O músico de Sheffield soube adaptar-se a uma carreira a solo, sem os Pulp, que tem levado a cabo com alguns altos e baixos de inspiração como se poderá provar com a sua presença em palco.
Um dos projectos mais interessante a actuar em 2009 em Paredes de Coura, chega de Londres carregado de psicadelismo, os Howling Bells. Antes tocam os repetentes The Rigth Ons, trovadores espanhóis que caíram num Rock-Fm que muito se ouve em bandas Mainstream norte-americanas.
Abre o palco no último dia Manel Cruz com os seus convidados no projecto Foge Foge Bandido.

29 de Julho
Palco Paredes de Coura
Patrick Wolf
The Strange Boys
Sean Riley and the Slowriders
Bons Rapazes

30 de Julho
Palco Paredes de Coura
Franz Ferdinand
Supergrass
The Horrors
The Pains of Being Pure at Heart
The Temper Trap

Palco After Hours
início dos concertos às 02h00
Chew Lips
Holy Ghost

31 de Julho
Palco Paredes de Coura
Nine Inch Nails
Peaches
Portugal, The Man
Blood Red Shoes
Mundo Cão

Palco After Hours
início dos concertos às 02h00
Kap Bambino
Punks Jump Up

1 de Agosto
Palco Paredes de Coura
The Hives
Jarvis Cocker
Howling Bells
The Right Ons
Foge Foge Bandido

Palco After Hours
início dos concertos às 02h00
Sizo
Nuno Lopes

Palco Jazz na Relva
início dos concertos às 16.30h

in mundo universitario

terça-feira, 21 de julho de 2009

ARRABIDA WORLD MUSIC - REPORT PARA RUA DE BAIXO



Os Heavy Trash de John Spencer, Tinariwen, Tcheca, Sun Ra Orkestra entre outros, apadrinharam a primeira edição do AWM. Um festival à imagem de muitos por este país fora, mas que por terras do Bocage acabou mesmo por ser uma lufada de ar fresco.


Depois de vinte anos de um quase deserto cultural no que á música concerne, surge uma aragem chamada Arrábida World Music Festival pelas mãos da empresa Globalshare e da Câmara Municipal de Setúbal.

Um ambiente demasiado familiar acabou por se enclausurar nas muralhas do forte de São Filipe logo à entrada, a segurar vontades de copo em riste e amparados pela cacimba atlântica pelos pinheiros que sobejavam dos velhos muros.

3 de Julho

Tcheca

A audiência esperava pelas mornas do cabo-verdiano Tcheca no palco principal - Palco World - com uma ansiedade milenar e sentia no ar um cheirinho a festival que se misturava com a caruma emanada pelo parque natural da serra da Arrábida.

O músico africano chegou ao palco com um considerável atraso para se encontrar de frente para um cenário medieval, e com alguma destreza na forma como dedilhava a sua guitarra, dar ensejo ao festival acompanhado por um contrabaixo e percussão. Depressa se desembaraçou de uma timidez madrugadora e com o público rendido, retirou da serra um espectáculo bastante aplaudido pelos meus cicerones.

Tinariwen

Enquanto Tcheka encantava o público com as suas mornas, ali mesmo em volta alguns transeuntes deleitavam-se com a bebida dos deuses. A sangria de hidromel que nascia nas catacumbas dos cantos entoados por Carmelitas Descalças e escorria pela velha muralha até uma bilha de barro do séc. XV. À concha era servida em copos de plástico do séc. XXI, onde no fim se encontravam sempre alguns matreiros morangos que haviam de fazer o seu efeito. Isto num serviço castiço que escapou às malhas das mariquices da ASAE.

A bebida dos deuses fazia já o seu efeito psicadélico quando em palco recomeçara a música com uns loops manufacturados no artesanato sonoro do Mali e escutados com a aparição da banda Tinariwen. Percurssora dos Blues, a música popular do Mali tem nesta banda de etnia Tuaregue e ex-guerrilheira do deserto do Saara, a grande revelação do festival. Balançado ao som do seu psicadelismo numa toada campestre ouviu-se a paisagem do seu último (e aclamado internacionalmente) álbum, “Aman Íman” num concerto que dificilmente escapara à memória dos que assistiram. Pois até os pinheiros balouçavam sobre o ritual sonoro que as fileiras da frente recebiam e que numa vaga o transportava pelo recinto. E lá se despediram da oceânica Arrábida com um encore, mas não sem antes tocarem o tema “Ai Du” do mestre Ali Farka Toure.

Lengendary Tiger Man

Finita a odisseia do portal tripante da música do Mali, o chamamento para subir as escadarias da Fortaleza e no seu convês encontrar descanso, era forte . Com as luzes de uma renovada Setúbal e com o brilho da ostentação do Tróia Resort ancorada entre o Sado e o Atlântico, recebemos Paulo Furtado, aka Lengendary Tiger Man. Um concerto num cenário desconcertante, pois era simples, se desviássemos o olhar do palco, o espectáculo permanecia em todos os quadrantes.

Tendo a lua como testemunha deste pacto, Legendary Tiger Man recuperou os velhos Blues do Diabo e tocou a música que vem das entranhas. Canções dos The Cramps e até o “route 66” de Bobby Troup, intercalados com originais do One-Man-Band. O concerto avançou sobre os velhos alicerces do Forte, que balouçavam sobre os pés de um público sedento de música na terra do Poeta.

Uma talhado próximo LP Femina a sair em Setembro, caiu a meio do concerto, o single ‘Life ain’t enough for you’ o que deixou antever mais um bom trabalho que conta com as colaborações de Peaches e Lykki li.
‘Olhó o Jameson, Paulo!’ e ‘Não te esqueças do Busmills!’, gritavam constantemente os mais destemidos convivas junto ao palco ao que o jovem músico de Coimbra acenava que sim, enquanto poetizava com o vento que com ele afinava o concerto. Mas ninguém gritava por Café del Mar, é que não se mete uma paelha numa caldeirada à setubalense, simplesmente não combina! E muita gente desceu a encosta mal o concerto findou.

4 de Julho

Mazgani

Ao segundo dia, com um moldura humana mais visível e com algumas personagens a caírem da revista caras, como o vocalista de uma certa banda de Cascais perdido na baía e um busto enfeitado com um corpete dourado à laia de Big-Brother, arrancamos para mais uma sessão.

Vestido a vigor e ladeado por um contrabaixo, guitarra e uma bateria palmeloa, sobe ao palco um artista a monte no pregão sadino da música de canastra - Mazgani - que, a jogar em casa, deambulou pelo palco com alguma confiança.

Nascido no Irão e a viver em Setúbal desde os seis anos de idade, o artista fez desta cidade a sua musa. O músico entrou a distribuir cumprimentos ao público e aproveitando o calor caseiro, nos braços dos amigos depositou muitos temas novos que aqueceram o serão deixando no ar a certeza de mais um excelente trabalho que se avizinha no formato de um EP, “Tell The People”, para aconchegar e preparar os fãs para o esperado segundo LP.

O concerto decorria celeste e com alguma parolice havaiana; parecendo mesmo que Mazgani era um ponta-de-lança do Haiti a soldo do Vitória, quando das catacumbas se evadiram alguns ratos e tomaram de assalto a guitarra do Songwriter sadino, roendo o som encosta abaixo. Mas depressa foi resolvido numa dança de revienga pela mão polida de um rodie caseiro.

O aroma agridoce da música de Mazgani, terá nova colheita brevemente e contamos com ele para muitos concertos a beira Sado, mas também por este pais fora e quem sabe, uma perninha na Taça UEFA!?

Sun Ra Arkestra

Numa distracção de matrecos, o Jazz arribou para o segundo concerto do Palco World, tocando o cartaz do AWM com o nome de Sun Ra Arkestra. Confuso com o efeito das luzes, perdi a conta a quantos músicos subiram ao palco para acompanhar a caçada das matreiras raposas em dentadas de Free-Jazz e com a raiva de Big-Bands, num avermelhado brilho de lantejoulas em palco a encantarem a serra e os seus indígenas.

Ao som estridente que acumularam em palco, a qualidade do mesmo ficou mortiça. Se fechasse os olhos com força poderia imaginar um John Zorn nas plácidas águas do Sado, mas não! Por mais que a vontade me pedisse, isso não aconteceria pelo palco apenas, e muito tocavam, uns vultos da banda do falecido Sun Ra, a acordar tudo o que vivesse no estuário do Sado e no parque natural da serra da Arrábida.

Heavy trash

Pausadamente com os tímpanos a refazerem-se, subimos a gasta pedra que pavimenta a escadaria até à pousada, olhando as rugas ao forte e encaixando a sua sabedoria. Muita gente já se prostrara no Palco Blues para o acontecimento que se seguia e do ventre da serra como um vulto de um pastor, saiu caminhando com a guitarra por cajado num passo embriagado, John Spencer.

O músico escalou a pedra até ao púlpito oceânico escapando-se por entre os dedos da multidão, e como uma folha perene depois da seca, se expandiu de um arbusto de urze do Mississípi a beber a maresia atlântica. Um rockabilly charroco incendiou a encosta logo nos primeiros acordes, pelos incendiários Heavy Trash sadinos, capitaneados por um John do choco frito, flamejando ainda mais o clima do Mediterrâneo temperado. Alguém a meu lado vislumbrou uma estrela cadente pois o solstício começara e subitamente a 5 metros de mim, encontrava-se um ícone do Rock a dizer maravilhas da minha cidade. «É um prazer estar aqui convosco nesta cidade maravilhosa, perante esta vista fantástica», cumprimentando o público.

À segunda música o baterista levantou-se e do bolso traseiro das calças tirou um pente com o qual amanhou o cabelo que muito se iria eriçar nas duas horas em que a incansável banda tocou.

Os solos do contrabaixo, acompanhavam a voz funda numa e noutra música a uma velocidade estonteante à qual se juntavam rifts de guitarra sem que se notasse uma falha. A constante comunicação entre a banda estendia-se ao público que apelava a um serão de puro Rock & Roll e que a banda prendou com malhas de Blues frenéticos. Por isso foi sem surpresa que o baterista, novamente se levantou e com a tarola na mão saiu do palco a tocar para ir se abastecer de Whisky.

Outro momento único aconteceu no final quando John Spencer num mergulho encarpado se afundou no público para junto dele cantar uma música, sentando toda a plateia na pedra fria para um ritual de feiticaria. «Vá lá, sentem-se todos. E digam ‘Eu amo-te’. Porque o Amor é uma coisa mágica», entoava John Spencer, a receber de volta o eco do público.

Eu finalmente acabei por tocar Deus e ver a luz – este festival é um diamante por lapidar – vi eu e muitos que se deslocaram ao AWM que se saldou por positivo apesar de lá para o fim haver uma coisa que não se sabia bem o que era, e que toda a gente no recinto se interrogava como é que aquilo caiu ali.

Desci à cidade com os tímpanos ainda a refazerem-se e pedi a Deus encarecidamente – pois havia estado em contacto com ele – que o baterista dos Heavy Trash oferecesse o pente ao tal Dj café del mar – que nunca soubemos o nome, pois nunca sabemos quando o trapaceiro destino nos prega uma partida e em terra alheia nos vemos despenteados.

in rua de baixo

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Uma viagem do Metal à Dance Music


O festival Optimus Alive 09 volta ao Passeio Marítimo de Algés e afirma-se, a cada ano que passa, como o mais completo festival a decorrer em Portugal. Do Metal ao Indie-Rock passando pelas novas tendências na música de dança, apresenta um leque tão variado de ofertas que se torna impossível resistir e não dar lá um salto.

Por Shampo Decapante | info@mundouniversitario.pt

5.ª feira, 9 de Julho
PALCO OPTIMUS
NA SOMBRA DO METAL
Passando as barreiras do Heavy-Metal, os Metallica rompem rótulos e são das bandas mais amadas e respeitadas da actualidade. Agradando a Gregos e a Troianos, os quatro Cavaleiros do Apocalipse estão de volta a território nacional com mais um sucesso editado, ‘Death Magnetic’. Mais um álbum de originais a compor uma vasta obra de êxitos e que, James Hetfield, Lars Ulrich, Kirk Hammett e Robert Trujillo vão transportar para o palco como sempre o fazem, com uma entrega total.
Arrepiantes e frenéticos em palco, os mascarados Slipknot são das mais intensas bandas ao vivo nos dias que correm, e vêm ao Alive com um novo trabalho acabado de sair da forja, ‘All Hope Is Gone’, portanto um concerto a não perder.
Palco Super Bock – Palco Optimus Discos. De volta ao Optimus Alive para o palco Super Bock estão os britânicos Klaxons, a banda revelação do ano de 2007 com o excelente álbum ‘Myths of the Future’. Actuam depois dos impressionantes TV On The Radio, um dos mais interessantes projectos do novo milénio. No Palco Optimus Discos tocam os Tiguana Bibles de Coimbra e o setubalense Mazgani.

6.ª feira, 10 de Julho
PALCO OPTIMUS
DOIS ESPERADOS RETORNOS

De volta aos discos e aos concertos estão os explosivos The Prodigy. Com cinco Lp’s de originais na ementa, Liam Howlett, Keith Flint e Maxim Reality são dos mais endiabrados grupos ao vivo. Vindos de um passado Big-Beats, os The Prodigy adaptaram-se aos novos tempos, mesmo quando muitos já lhes haviam vaticinado a morte. Renascida, qual Cristo, a banda incendeia o Palco Optimus no principal dia do evento.
Já se perdeu a conta às vezes que actuaram no nosso País, mas os Placebo voltam a Portugal para actuar no Alive. Longe de cansar com as suas presenças tão assíduas, o trio liderado por Brian Molko volta em grande forma e com mais um trabalho no cestinho, o irresistível ‘Battle for the Sun’.

Palco Super Bock – Palco Optimus Discos
A dança irreverente dos carismáticos Fischerspooner cai no Palco Super Bock. O Electro-Clash do qual foram uma das bandas de vanguarda, aterra em grande esplendor neste festival, antecedendo uma das mais esperadas e divertidas bandas da actualidade, os The Ting Tings. E é mesmo esperada uma grande afluência de público a este palco para ouvir Katie White cantar ‘That’s Not My Name’.
No Palco Optimus Discos é de destacar a presença dos Lisboetas Coldfinger.

Sábado, 11 de Julho
PALCO OPTIMUS
OS AMIGOS AMERICANOS
Se há banda que arrasta verdadeiras romaria aos festivais, é a de Dave Matthews Band. Formado em Charlottesville, Virgínia, nos Estados Unidos, este colectivo é adorado por milhões mas também detestado por muitos. Mas uma coisa é certa, a Dave Matthews Band não passa ao lado de ninguém graças a muito trabalho já feito. Com um Pós-Grunge embutido num rendilhado Folk, a eclética banda chega uma vez mais a Portugal para encerrar o palco principal do Optimus Alive e fazer as delícias dos fãs.
As super vedetas do Hip-Hop norte-americano, Black Eyed Peas viajam para o Alive com o estatuto de príncipes dessa vertente musical, carregando uma energia inesgotável em palco. A banda mostra ao vivo o porquê de tantas nomeações para prémios e porque ganhou tantos deles, desde o grande sucesso que lançaram no ano de 2003, ‘Elephunk’.

Palco Super Bock – Palco Optimus Alive
Mais uma estreia em Portugal muito esperada, é a dos Silent Film. Depois de conquistar os media britânicos, a banda de Oxford prepara-se para mostrar o seu primeiro trabalho, ‘The City That Sleeps’, pela Europa. O grupo actua no Palco Super Bock depois dos portuenses X-Wife.
A agenda no Palco Optimus Discos tem programado os Madame Godard, uma das grandes promessas da música actual, a que se seguem os grandes Linda Martini. O festival encerra com o vocalista dos X-Wife, DJ Kitten, nos pratos.

BILHETES
Diária – 50€
Passe 3 dias – 90€
Campismo – 15€ (para portadores do passe 3 dias)

TRANSPORTES E CAMPISMO
À semelhança dos anos anteriores, e numa parceria com a CP e com a Carris, pode-se chegar ao recinto por comboio a partir do Cais do Sodré e de Cascais. À noite, a partir das três da manhã e até às 4h30, com intervalos de 30 minutos, haverá um regime especial de comboios a partir de Algés para Lisboa e Cascais. A Carris tem ligações especiais entre a meia-noite e as cinco da manhã desde Algés e do Cais do Sodré, até Benfica, Linda-a-Velha e Gare do Oriente.
Para quem mora mais longe, a organização estabeleceu uma parceria com a Renex, que coloca à disposição dos festivaleiros, autocarros com ida e volta de Braga, Porto, Famalicão, Vila Real de Santo António, Faro, Vale Paraíso (Albufeira), Lagoa e Portimão.
CARTAZ

DIA 9

PALCO OPTIMUS

Metallica
23h30

Slipknot
21h45

Machine Head
20h30

Lamb of God
19h20

Mastodon
18h20

Ramp
17h30

PALCO SUPER BOCK

Erol Alkan
01h50

Cristal Castles
00h30

Klaxons
22h45

TV on The Radio
21h20

Air Traffic
20h10

Delphic
19h00

Silversun Pickups
18h00

Os Golpes
17h00

PALCO OPTIMUS DISCOS

Mr mitsuhirato
00h20

Nuno Lopes (contemporãneos)
22h40


The Vicious Five
21h30

Tiguana Bibles
20h30

The Bombazines
19h30

Mazgani
18h30

DIA 10

PALCO OPTIMUS

The Prodigy
00h30

Placebo
22h45

Blasted Mechanism
21h15

The Kooks
19h50

Eagles of Deathmetal
18h30

Os Pontos Negros
17h30

PALCO SUPER BOCK

Zombie Nation
02h15

The Ting Tings
01h00

Ficherspooner
23h15

Does It Offend You, Yeah?
21h45


Hadouken
20h25

Late of the Pier
19h15

Jone is Gone
18h10

The Gaslight Anthem
17h00

PALCO OPTIMUS DISCOS

Zig Zag Warriors
22h40

Coldfinger
21h30

DJ Ride
20h30

Bezegol
19h30

Youthless
18h30

DIA 11

PALCO OPTIMUS

Dave Mathews Band
oohoo

The Black Eyed Pies
22h15

Chris Cornell
20h30

Ayo
19h00

Boss AC
17h30

PALCO SUPER BOCK

Deadmau5
02h30

Ghostland Observatory
01h00

Likke Li
23h40

Autokratz
22h30

Trouble Andrew
21h10

Los Campesinos
19h40

A Silent Film
18h15

X-Wife
17h00

PALCO OPTIMUS DISCOS

Sofia M
22h40

Linda Martini
21h30

Madame Godard
20h30

The Pragmatic
19h30

Olive Tree Dance
18h30
IN MUNDO UNIVERSITARIO

quarta-feira, 1 de julho de 2009

FESTIVAL SUDOESTE TMN O cartaz para o Palco TMN já está completo



A Música no Coração, promotora do evento, apresentou o cartaz final para o palco principal, Palco TMN, para a 13ª edição do já mítico festival SWTMN a realizar na Zambujeira do Mar no terreno da Herdade da Casa Branca. The National e os The Veils são dois dos grandes confirmados.

Por Shampo Decapante | info@mundouniversitario.pt

Pelo palco principal vão passar nomes como os The National e os The Veils no primeiro dia. No dia seguinte acontece a estreia da fadista Mariza em grandes festivais e seguem-se os Zero Seven. No grande dia do festival aparecem os X-Wife, os Jet e os renascidos Faith no More. Fecham a festa Lily Allen e os Basement Jaxx. A estes nomes muitos mais se vão juntar para actuarem nos palcos PlanetaSW/Jogos santa casa, também no palco Positive Vibes e ás festas noite dentro no espaço Groovebox.

Sendo desde o momento da sua criação o maior festival nacional, os caminhos da costa alentejana angariaram milhares de peregrinos, que todos os anos no mês de Agosto se deslocam em autênticas romarias á festa que a organização tem gosto em pautar, com grandes nomes da musica contemporânea internacional e claro, com o melhor que se faz musicalmente em Portugal.

O bilhete diário tem o preço de 40 euros e o passe para os quatro dias, com acesso ao campismo e à festa de recepção ao campista com David Guetta, tem o preço de 80 euros.

PALCO TMN

Dia 6
Buraka Som Sistema
The National
The Veils
Armin Van Buuren

Dia7
Carlinhos Brown
Madcon
Mariza
Zero 7

Dia8
X-Wife
Blind Zero
Jet
Faith No More

Dia 9
Gomo
Amy Mcdonald
Lily Allen
Basement Jaxx