domingo, 5 de abril de 2009

CARTA PARA ALBIERTA


Olá amiga e cicerone companheira de caracoladas e afins buuujekas que pacientemente nos esperam pelas arcas deste país fora, não fosse este país um recreio escolar, e nossas paupérrimas almas, apenas raia miúda a cirandar bebedeiras do Minho, ao Algarve. Guarda essas jolinhas religiosamente, que mais tarde iremos aferir do seu grau de frescura, que este meu retiro, finda dentro de momentos. Por exemplo, hoje já me deslocarei eu à capital do império, onde espero tratar a cerveja por tu, e arrotar para cima dos x-wife, como se não houvesse amanhã, e a avaliar pelas ressacas domingueiras, até era melhor não. Ontem à míngua de saldo no telemóvel, lá acabaste tu por ficar sem resposta, mas não tarda, espero que estas linhas de façam sorrir, tarefa que eu sei, até não é difícil! Espera então por mim, que voltarei mais parvo que nunca, e mais seco que o deserto dos desertos, até lá, beijocas das boas.