terça-feira, 23 de junho de 2009

NICO (Christa Päffgen)



Chegou viu e venceu! É pseudo-fashion ouve Madona e Sonic Youth mas só faz amor às escuras. Tem como prato preferido o Whiscas pato júnior e evita biscoitos.
É foleira de literatura pois gosta dos romances do Paulo Coelho. Vitoriana assumida tem pretensões de ir para a cama com todos os jogadores de futebol portugueses da primeira liga que não tenham jogado no Benfica, facto que lhe levará a finar virgem! Tem conta no facebook e no hi5 e acha o twitter coisa de cotas, ela acha mesmo que quem inventou o twitter foram os funcionários públicos portugueses de modo a colmatar aquele espaço morto entre o café da manhã e o fim do expediente!
É natural do Seixal e pelo facto de ter sido adquirida numa sondagem à boca de urna não revela que é uma facínora comunista, algo que sem pudor eu aqui desmitifico, acho mesmo que é uma reencarnação de Catarina Eufemia!
Nico acha que o Mundo é redondo e tem uma forte convicção que o ministro Mário Lino é a pessoa mais inteligente à face deste bugalho.
Para terminar esta cuta biografia aqui ficam também umas singelas palav ras escritas pela dita cuja - liyjvse7lyaw08jmc jm88 k;WDY8ru9io<8 kuyic 87oui2u8jko iUIx78owwIUC ML.ÇO2UBBC ...

segunda-feira, 22 de junho de 2009

FESTIM - Partilhar a World-Music


Sendo o tema do festival a cultura da World-Music, à imagem de festivais como o de Sines ou o de Loulé, ao evento que acontece em Águeda desde 2004 juntam-se este ano mais 6 municípios e com este conceito a organização consegue levar as bandas a tocar a mais públicos da região. Águeda, Estarreja, Ovar, Oliveira do Bairro, Albergaria-a-Velha e Aveiro recebem o festival intermunicipal de músicas do Mundo “Festim”.

Por Shampo Decapante | info@mundouniversitario.pt

OS ARTISTAS

Kepa Junkera
Natural de Bilbau, Espanha, Kepa Junkera é por excelência o embaixador da concertina basca e volta a Portugal para do instrumento, Txalaparta, feito de toros de madeira e tocado a quatro mãos, tocar os sons de influencia de worl-music adaptados à música do País Basco. O músico actua em Águeda na quinta-feira 9 de Julho.

Le Vent du Nord
O Canadá francófono, é das regiões do Mundo mais rica de música Folk no seu estado mais puro, com influências dos primordiais sons celtas irlandeses, Le Vent du Nord, não fogem a esse estereótipo. Exímios intérpretes dessa herança europeia a banda desfila sexta-feira 26 de Junho em Ovar e sábado 27 no Sever do Vouga.

Musafir – Gypsies
O psicadelismo acústico da cultura Hindu e a cultura tradicional da índia nos admiráveis movimentos de dança interpretados por belas dançarinas ou a vida no fio da navalha dos encantadores de serpentes e o arrepiante mundo dos faquires sobem em conjunto ao palco através desta banda oriunda do deserto indiano do Rajastão. Os concertos decorrem em Estarreja no dia 3 de Julho e no dia 4 em Sever do Vouga.

António Rivas & sus Vallenatos
A concertina colombiana também marca presença no Festim através de António Rivas & sus Vallenatos. Muito ritmo latino a puxar a uma dança de fim de noite.

Manecas Costa
Da ex-colónia portuguesa, Guiné-Bissau, vem uma das mais calorosas vozes africanas da actualidade, Manecas Costa é um exímio guitarrista e compositor da música crioula e o grande embaixador dos sons guineenses. Iremos escuta-lo na quarta-feira 15 de Julho em Oliveira do Bairro, na quinta-feira 16 em Águeda, na sexta-feira dia 17 em Ovar e por ultimo no sábado dia 18 em Albergaria-a-Velha.

Hermeto Pascoal & Aline Morena
O engenheiro do som volta ao nosso país acompanhado de Aline Morena, a música experimental de Hermeto Pascoal aliada aos instrumentos que criou ao longo da sua vasta carreira já soaram pelos quatro cantos do Mundo e preparam-se para aquecer e deslumbrar as noites de Ovar na noite de 19 de Junho, e finalmente a de Sever do Vouga na noite de sábado dia 20 de Junho.

Amesterdam Klezmer Band (na foto)
Por último, chega a tradição da música cigana dos Balcãs com a banda holandesa de origem judaica Amesterdam Klezmer Band. A banda é conhecida por em palco descarregar uma contagiante energia fazendo dos seus espectáculos uma festa imperdível. Sendo uma das bandas da World-Music mais dançantes e electrizantes, são naturalmente os cabeças de cartaz do Festim. A dança chega a Águeda a 23 de Julho e a Aveiro no dia seguinte.

PROGRAMAÇÃO POR MUNICIPIOS

ÁGUEDA

Kepa Junkera
Qui 9 Jul | LPM
Manecas Costa
Qui 16 Jul | LPM
Amsterdam Klezmer Band
Qui 23 Jul | LPM

SEVER DO VOUGA

Antonio Rivas
Hermeto Pascoal
Sáb 20 Jun | CAE
Le Vent du Nord
Sáb 27 Jun | PQU
Musafir
Sáb 4 Jul | PQU

ESTARREJA

Hermeto Pascoal
Qui 18 Jun | CTE
Musafir
Sex 3 Jul | CTE

OVAR

Hermeto Pascoal
Sex 19 Jun | CAO
Le Vent du Nord
Sex 26 Jun | CAO
Manecas Costa
Sex 17 Jul | LDT

OLIVEIRA DO BAIRRO

Manecas Costa
Qua 15 Jul | INO

ALBERGARIA-A-VELHA
Manecas Costa
Sáb 18 Jul | ALM

AVEIRO
Amsterdam Klezmer Band
Sex 24 Jul | ROS

IN MUNDO UNIVERSITARIO

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Sumol Summer Fest. - Combinado de surf e música na Ericeira


DANÇAR COM A PRANCHA NOS PÉS
Ribeira de Ilhas na Ericeira é o cenário para um dos primeiros festivais de Verão deste ano e decorre nos dias 26 e 27 de Junho. O espírito surf e de praia reflecte-se no cartaz que traz a Portugal grandes bandas internacionais, jovens promessas nacionais, lendas vivas do reggae e conceituados nomes de DJ`S.

Por Shampo Decapante | info@mundouniversitario.pt

Dia 26: Lendas em palco
O jovem Patrice e o rodado Horace Andy abrem as hostes do festival e sobem ao Palco Sumol, o principal do certame. Se no primeiro encontramos o Reggae com influências de Bob Marley ou até mesmo do afro-beat de Fela Kuti no som e nas letras de consciência social, no segundo recebemos uma lenda viva que, com mais de 40 anos de carreira, dá voz aos mais emblemáticos símbolos de Jamaica, o Reggae, o Ska, o Rock-Steady e o Dance-hall.
No palco principal tocam também os portuenses Souls of Fire que levam à praia o legado Reggae-Roots, os emblemáticos The Original Wailers que trazem na memória os velhos temas do mestre Bob Marley juntamente com alguns originais. E os espanhóis Ojos de Brujo que transformam o Flamenco numa linguagem mais cosmopolita e actual.

Dia 27: Activismos na praia
Ana Free, que saltou do You Tube com a sua música influenciada por nomes como Bob Dylan ou Bryan Adams, abre o palco Sumol no segundo dia. No fim de tarde tocam os The Police in Dub, com temas da velha banda britânica num alinhamento Dub-Reggae que promete balancear o festival. De Berlim, o cartaz apresenta o Hip-Hop vestido de reggae dos Culcha Candela e dos EUA a voz do Songwrigtter de origem japonesa Justin Nozuka. A encabeçar o dia e vindo das Caraíbas, o músico rastafari Mishka oferece aos surfistas a sua poesia dedilhada palavra a palavra no conceito Reggae a que dará lugar a Tiken Jah Fakoly, músico da Costa do Marfim e uma voz na luta pelas jovens vitimas, mutilados e desalojados da guerra civil do seu país.

Dançar até de manhã
Para a tenda Good Vibes, aparecem no primeiro dia nomes nacionais como João Maria e Del Costa AKA Magazino, DJ Sadino com uma grande experiência internacional a rodar nos pratos sonoridades desde o minimal até ao Old School Detroit. A encerrar a tenda no dia 26, estão os senhores do Dub Nu Jazz, Depp House e Techno. Falamos de Tiefschwarzm, um dos mais aplaudidos duos internacionais nestas lides desde 1990.
Ao segundo dia, a bela Mary B abre a tenda Good Vibes seguindo-se o Minimal e o Deep Techno de Miguel Rendeiro.
Os últimos cartuchos do festival são disparados por DJ Patife, que promete um serão bem quente com a Bossa Nova misturada no Drum`n Bass com bastante mestria.

CARTAZ SUMOL SUMMER FEST

26 DE JUNHO
PALCO SUMOL

Patrice
Horace Andy
Ojos de Brujo
The Original Wailers
Souls of Fire

TENDA GOOD VIBES
Tiefschwarz
Magazino
João maria

27 DE JUNHO
PALCO SUMOL
Tiken Jah Fakoly
Mishka
Justin Nozuka
Culcha Candela
Police in Dub
Ana Free

TENDA GOOB VIBES
Dj Patife
Miguel Rendeiro
Mary B

foto - Ana Free

In Mundo Universitario

quinta-feira, 18 de junho de 2009

DELTA TEJO Ritmos quentes no Alto da Ajuda


O Alto da Ajuda com vista sobre o Tejo é palco, pela terceira vez do festival de música Delta Tejo nos dias 3, 4 e 5 de Julho. Fazendo juz ao nome, a organização do festival privilegia bandas oriundas de países produtores de café com a intenção de promover as suas culturas e a bebida fortemente enraízada na tradição portuguesa.

Por Shampo Decapante | info@mundouniversitario.pt

Com três dias distintos, o Delta Tejo está na linha dos festivais de músicas do mundo, como o FMM em Sines e o Festival Med, em Loulé. Deolinda, Skank, Orishas e Vanessa da Mata são os principais nomes de um cartaz dedicado, sobretudo, à música latina.

Ritmos Sul-Americanos a abrir
A organização escolhe para o primeiro dia os quentes ritmos sul-americanos. Bajofondo, com músicos argentinos e uruguaios são os primeiros a entrar no palco delta para dar a conhecer a seu tango electrónico. Segue-se o Ragga, Dancehall e reggae do músico Mark Antony Myree aka Buju Baton que nos chega de Kingston, na Jamaica, com as suas mensagens activistas. Também da Jamaica vêm os ritmos do Dancehall da banda brasileira Skank. Sobejamente conhecida do público português, a banda de Belo Horizonte arrasta multidões aos seus energéticos concertos.
De regresso a Portugal para encerrar a primeira noite está o trio cubano Orishas que comemora dez anos de carreira este ano. A fundir ritmos latinos com o Hip-Hop e o Funk, Ruzzo Medina dá a voz à banda que em palco é dos mais quentes e dançáveis colectivos da América do sul. No Palco Jogos Santa Casa, toca a banda brasileira de reggae Natiruts e a banda de Hip-hop nacional da Amadora Macacos do Chinês que representa Portugal no primeiro dia do festival.

Women Power
Dedicado às vozes femininas, o segundo dia traz Vanessa da Mata que sobe ao Palco Delta. Depois, seguem-se os Deolinda, banda portuguesa que reinventou o fado e tem arrastado as gerações mais novas a ouvir essa música popular portuguesa. A fusão da cultura africana com a europeia tem em Sara Tavares uma voz que a nação ouve desde tenra idade e que será a grande atracção do segundo dia. O Palco Delta fecha o segundo dia com a sedutora pop dos portugueses Bossa Nossa.
Da margem Sul para o Alto da Ajuda, os O qu ‘ estrada abrem o Palco Jogos Santa Casa para depois darem lugar ao Rock, Rap, Samba e Funk dos brasileirios Pedro Luís e a Parede. O palco encerra com o romantismo da banda portuense Per7ume.

Forró e Kizomba na despedida
No último dia, o palco principal abre com o duo brasileiro Banda Calypso e os seus ritmos de Lambada e Forró. Segue-se, também do Brasil, o cantor Alexandre Pires, um dos mais premiados músicos românticos sul-americanos. A representar Angola está presente em palco a Kizomba dos Irmãos Verdades. O festival despede-se com NBC, um artista Rap, R&B e hip-hop português.
Relegados para o palco secundário, está o soberbo samba favela dos Fundo de Quintal e o músico cubano Pablo Milanês que actua com o ex-Trovante Luís Represas. O fim da noite fica marcado pelos divertidos e contagiantes Cais do Sodré Funk Connection.

CARTAZ DELTA TEJO

3 DE JULHO
PALCO DELTA
Bajofondo
Buju Banton
Skank
Orishas

PALCO JOGOS SANTA CASA
Natiruts
Macacos do chinês

4 DE JULHO
PALCO DELTA
Vanessa da mata
Deolinda
Sara Tavares
Bossa Nossa

PALCO JOGOS SANTA CASA
Oquestrada
Pedro luís e a Parede
Per7ume

5 DE JULHO
PALCO DELTA
Banda Calypso
Alexandre Pires
Irmãos Verdades
NBC

PALCO JOGOS SANTA CASA
Fundo de Quintal
Pablo Milanés c/ Luís Represas
Cais do Sodré Funk Connection

Abertura do Festival com MONOBLOCO

IN MUNDO UNIVERSITARIO

sexta-feira, 12 de junho de 2009

ENTREVISTA AOS DEAD KIDS


Tal como Pedro, o Grande construiu S. Petersburgo para criar bases económicas para se impor na Europa do século XVIII, os Dead Kids criaram a sua própria editora “Sparrows Tear” e preparam-se para tentar dominar o mundo do século XXI.

A era “Dead Kids” está a chegar. Com um pé no anonimato e outro já no estrelato, a banda prepara-se para fazer as delícias de muitos adolescentes nos tempos vindouros. Construindo toda uma estrutura para se tornar auto-suficiente, os Dead Kids criaram a editora Sparrows Tear, com a qual pretendem escapar à déspota mão das editoras multinacionais.

O som da banda de Londres é enérgico e divertido, mas de novo nada tem. É uma fórmula já bastante explorada por terras de sua majestade e bandas como Bloc Party ou Test icicles vivem ou viveram dela. Mas dessa fórmula a banda pretende reinventar a pólvora, já que a modéstia pouco impera no seu seio.

Em vésperas de editar o seu primeiro LP, e de um esperado concerto no Musicbox de Lisboa, a Rua de Baixo entrevistou a banda, que mostra alguma ansiedade por tocar em Portugal e promete mesmo agitar a Capital. Mas o que fica certo desta entrevista, é que a banda nos vai abandonar, levando do Tejo uma grave doença dermatológica.


Criaram o vosso próprio estúdio e a vossa própria editora discográfica, Sparrows Tear. Que tipo liberdade é que isso vos dá?

A liberdade de não ter ninguém que, por um lado, nos paga e, por outro, alguém que espera algo em troca. Como as vendas (risos…). Gostamos de trabalhar fora do mercado o mais possível porque a maior parte das pessoas que o faz pelo dinheiro acaba por deixar de pôr o amor e a paixão no seu trabalho.

A reacção do público tem sido muito boa. Isso é importante para vocês enquanto artistas?

Penso que não é preciso seres um artista para te sentires bem por as pessoas gostarem do que fazes. Se eu fizesse bolos, por exemplo, ia querer que toda a gente dissesse: «epá, aqueles bolos são tão deliciosos que não consigo parar de comê-los. São os melhores bolos desta geração. Traz-me já o número do gajo que os faz porque eu vou internacionalizá-los!».

Por outro lado, algumas críticas não têm sido tão boas, especialmente vindas da comunicação social. Como lidam com isso?

Ainda não li nenhuma crítica má na comunicação social, meu. És o primeiro a fazê-la, estás a começar (risos). Temos tido reacções mesmo muito boas da comunicação social comparativamente com outras bandas. Na verdade, grande parte das bandas são ignoradas se não são promovidas por grandes editoras. Temos tido boas reacções porque criamos uma coisa diferente. Incentivamos as pessoas a deixarem-se ir e a libertarem-se das suas chatas rotinas diárias. Não é como em Portugal, as pessoas aqui não têm essa qualidade de vida. Precisam de se libertar. São pessoas frustradas.

Estão preparados para se tornarem uma banda internacional?

Tocamos em qualquer sítio. Estou preparado para sermos a primeira banda no espaço. Dá-me um macaco e vou em direcção a Marte.

Costumam dizer que a música vos faz viajar. Onde é que a música vos leva?

Até agora, por toda a Europa. Mas quero ir até ao Japão. E através da nossa música podemos levar as pessoas a viajar dentro das suas mentes e ir a qualquer lugar.

Porquê Dead Kids para o nome da banda?

Queríamos chamar a banda de Guns n’ Roses, mas depois descobrimos que já existia uma com esse nome. É uma vergonha…

Que mensagem querem transmitir nas vossas canções?

Aproveita o momento, não vivas no arrependimento de não ter vivido, dança, come, fode, nada no oceano, grita para a Lua. Vive a tua vida agora. Não esperes que as coisas aconteçam. Fá-las acontecer. Quando amares, ama completamente.

Continuam a tocar em salas pequenas. Querem continuar a fazê-lo mesmo se o vosso disco tiver sucesso?

Sabes muito sobre nós, gosto disso. Há vantagens em tocar em salas pequenas. São quentes e fechadas. Podes sentir o calor das pessoas e o seu cheiro lá dentro. Por outro lado, também tocamos em grandes salas e em grandes festivais. Tocar num festival para 5.000 pessoas também é uma sensação fantástica. Há que fazer de tudo. Vou querer sempre tocar em vários sítios diferentes. De todos os tamanhos. Em países grandes e pequenos. Edifícios altos e baixos. À superfície e no subsolo. Para jovens e velhos, cães e bebés. Põe-nos à nossa frente e daremos o melhor de nós.

A pouco e pouco a vossa música está a tornar-se cada vez mais electrónica e dançável. De onde vem essa energia?

Da esperança de ter sexo a toda a hora.

Arrasaram completamente o NME em Paris. O que é que podemos esperar do vosso concerto no Musicbox em Lisboa?

Peço às pessoas de Lisboa para virem com o coração aberto. Saibam que estamos aqui para nos divertirmos e darmo-nos a todos vocês durante a noite. Para partilhar o nosso som e os nossos corpos convosco no escuro e debaixo das luzes. Vamos tocar música para fazer-vos dançar e sorrir. Queremos mergulhar no Tejo, queremos comer durante três dias e não parar. Quero voltar para casa a pensar que foi a melhor noite da minha vida. É como uma fantasia. Venham ver se conseguimos fazê-lo juntos. BEIJOS

IN RUA DE BAIXO

sexta-feira, 5 de junho de 2009

RUA DE BAIXO - EDIÇÃO DE JUNHO JÁ ESTÁ ONLINE



AS MARIONETAS NA RUA - POR ANDREIA ARENGA


BOOTLEGS - POR EDUARDO MARTINS


PHOTONZ - POR MARIO JOÃO CAMOLAS


DEAD KIDS - POR SHAMPO DECAPANTE


Estas reportagens e muito mais na melhor revista online escrita em português, só tens que te registar, o que leva um minuto, para teres acesso à Rua.
http://www.ruadebaixo.com/